Perdida em um mundo de sonhos, onde o desejo e o dever me dilaceram, sinto a dor do tempo que passa e nada posso fazer.
Aquela velha casa... Aquela velha canção... Aquelas velhas palavras... Aqueles velhos olhos castanhos...
Você está tão perto de mim e, ao mesmo tempo, tão longe! Não posso suportar a distância intransponível das folhas brancas e frias de um papel morto, mas que possui tanta vida dentro de si.
Me sinto desprezada, me sinto rejeitada, mas... Quando penso e vejo a realidade, sei que não sabe de mim... Nunca soube e nunca saberá, pois é feito de papel, tinta e sonhos.
Por que diabos, então, insiste em ser tão real? Pelos deuses!
O cheiro de seus cabelos, que o vento insiste em trazer, é o cheio do deserto... Da areia que subia no dias secos de verão e sujava suas botas quando descia de sua bela montaria... Da brisa marinha, soprando meus cabelos à beira do mar... É o cheiro da pólvora, é o cheio do sangue.
Seus olhos, afiados como os de um falcão, me fitavam com avidez de um modo que, se fosse real, não o faria.
Isso dói. A realidade dói.
Eu serei uma eterna romântica, mesmo com todas as cicatrizes que este mundo real possa deixar em meu coração...
Pois dói... é muito triste sonhar assim; dói muito acreditar e não ter depois. Simplesmente dói. Mas não posso deixar isso de lado, assim como não posso esquecer de suas brincadeiras e de sua fala eloqüente, que me encantou desde o primeiro olhar, desde as primeiras linhas...
Agora, parada diante daquela velha casa, ouvindo a mesma velha canção e sentindo o mesmo velho aroma e areia, sal e pólvora, deixo que o vento brinque com as mechas de meus cabelos claros e leve para junto de você, onde quer que esteja, meus pensamentos infantis e cheios de fantasia.
Como se fosse uma mesura, ajeito meu chapéu para o céu noturno e parto, para onde não sei, talvez para meu o quarto... Talvez para algum saloon quaquer para beber e cantar as velhas canções tocadas no velho piano há tanto tempo...
Vivo em dois mundos, e minha mente é repartida.
Acho que estou preparada para viver neste mundo.
Mas estaria o mundo preparado para que eu viva nele?
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Fogo
Fogo. FOGO. Quase assim, literal. E isso é tudo que ela sente. Sente um arder no peito, na mente, no ventre e mais abaixo... Fogo que a consome, das mais apaixonadas às mais desapaixonadas atitudes... Não. Apaixonadas, sim. Podem muitas vezes não ser boas, mas há paixão em tudo que se manifesta nela, com ela, através dela, dentro dela.
Fogo.
O mesmo fogo que usa para amar, odiar, chorar, ler, escrever, desenhar, cantar, correr. Tudo a consome como se fosse a mais pura lenha, lenha pura e seca que queima sem pudor, assim como ela tantas vezes o fez queimar e suspirar em noites de sua mais pura devoção e, de seu estado de brasas quentes, levemente adormecidas, com seu beijo doce lhe despertou o mais sincero
Fogo.
Dia após dia, o mesmo fogo queima, consome, ora cá lhe aquecendo para dormir, ora lá queimando sua face branca com lágrimas ferventes, mas são sempre as mesmas chamas, as mesmas chamas... Sempre as mesmas... As mesmas... Sempre...
Ardente é a paixão com que ama, odeia, se assusta, se desassusta, chora e grita!!!
Assim como fogo, incendeia e apaga. Demoradamente... Ou não. Normalmente se vai como vem, mas está sempre lá, presente.
Por que há, então, de ser tão nocivo tal fogo que parte tão rápido como chega, e é o mesmo que queima e queima e que a consome como lenha, seja para chorar, seja para agir, seja para amar?
Fogo.
O mesmo fogo que usa para amar, odiar, chorar, ler, escrever, desenhar, cantar, correr. Tudo a consome como se fosse a mais pura lenha, lenha pura e seca que queima sem pudor, assim como ela tantas vezes o fez queimar e suspirar em noites de sua mais pura devoção e, de seu estado de brasas quentes, levemente adormecidas, com seu beijo doce lhe despertou o mais sincero
Fogo.
Dia após dia, o mesmo fogo queima, consome, ora cá lhe aquecendo para dormir, ora lá queimando sua face branca com lágrimas ferventes, mas são sempre as mesmas chamas, as mesmas chamas... Sempre as mesmas... As mesmas... Sempre...
Ardente é a paixão com que ama, odeia, se assusta, se desassusta, chora e grita!!!
Assim como fogo, incendeia e apaga. Demoradamente... Ou não. Normalmente se vai como vem, mas está sempre lá, presente.
Por que há, então, de ser tão nocivo tal fogo que parte tão rápido como chega, e é o mesmo que queima e queima e que a consome como lenha, seja para chorar, seja para agir, seja para amar?
terça-feira, 15 de junho de 2010
Estou andando há anos incontáveis - séculos - em relação à minha insignificante existência, mas tempo suficiente para perceber que a vida não passa de um tabuleiro, um tabuleiro redondo que gira sobre um eixo. Sobre esse tabuleiro acontece nosso jogo, o jogo de cada um.
Este jogo é como qualquer outro, onde no começo você se enrola, perde, cai e levanta novamente. Para os que sobrevivem os macetes vão aparecendo e você vai se tornando mestre na arte de jogá-lo pois, é sempre o mesmo tabuleiro redondo, com os mesmos 360º e seus minutos e segundos, e estando parado ou não, girando rápido ou não, você acaba caindo na mesma casa, no mesmo grau, no mesmo minuto, no mesmo segundo.
Aí cabe a cada um aprender o possível com cada etapa do jogo para que, quando ela torne a aparecer, você saiba exatamente como contorná-la. Sabendo isso você pode alterar a forma de jogar. Pode jogar de seu jeito. Pode dar suas cartas.
Isso significa domínio sobre o jogo, domínio esse que só é alcançado quando há o domínio da própria existência. E quando há o domínio da consciência, há o domínio to todo.
As pessoas são os peões, o tabuleiro é o tempo e o eixo sobre o qual ele roda é a minha mente.
Este jogo é como qualquer outro, onde no começo você se enrola, perde, cai e levanta novamente. Para os que sobrevivem os macetes vão aparecendo e você vai se tornando mestre na arte de jogá-lo pois, é sempre o mesmo tabuleiro redondo, com os mesmos 360º e seus minutos e segundos, e estando parado ou não, girando rápido ou não, você acaba caindo na mesma casa, no mesmo grau, no mesmo minuto, no mesmo segundo.
Aí cabe a cada um aprender o possível com cada etapa do jogo para que, quando ela torne a aparecer, você saiba exatamente como contorná-la. Sabendo isso você pode alterar a forma de jogar. Pode jogar de seu jeito. Pode dar suas cartas.
Isso significa domínio sobre o jogo, domínio esse que só é alcançado quando há o domínio da própria existência. E quando há o domínio da consciência, há o domínio to todo.
As pessoas são os peões, o tabuleiro é o tempo e o eixo sobre o qual ele roda é a minha mente.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Eldest - Opinião
Estou terminando de ler Eldest! Uma leitura tardia, porém não tive condições de lê-lo anteriormente.
Comecei não gostando tanto quanto do anterior, mas agora só posso dizer que é genial! Christopher Paolini entupiu A Herança de clichês; mas são clichês que inspiram a todos.
Meu conhecimento empírico da escrita me levou à conclusão de que os leitores de determinados temas buscam tais coisas, como personagens sofredores que se julgam fracos e carregam fardos pesados demais (Harry Potter, Frodo Bolseiro, Lucky Skywalker), climas apoteóticos, batalhas sem esperanças, etc. Paolini foi extremamente inteligente, assim como J.K.Rowling, ao pegar coisas comuns em fantasia (dragões, cavaleiros, elfos e anões no caso d'A Herança e varinhas mágicas, unicórnios, castelos, palavras mágicas e magos no caso de Harry Potter) e misturá-las de modo a tornar tudo muito atraente. Além de criar 'legados' ou, como o nome já diz, A Herança, onde o protagonista lida com um destino certo, sem opção de alterações, propiciados por uma magia antiga e imutável.
Isso tudo cria um 'encanto' em torno de certos personagens; usando exemplos já citados, o ovo de Saphira se abre para Eragon, o que o torna especial em comparação à todos os outros que o tocaram na tentativa de fazer o dragão eclodir, dando-lhe o dom de se tornar um Cavaleiro de Dragões; Os Jedi e sua natural propensão para controlar a Força os torna especiais, fazendo com que os fãs possuam o desejo, íntimo ou não, de ter esses dons; presenteados pela natureza com algo nato e muito especial.
Quando você consegue atingir esse objetivos e criar essa magia, pode ter certeza que dará certo! Espero conseguir isso nas minhas criações!
Até mais.
Comecei não gostando tanto quanto do anterior, mas agora só posso dizer que é genial! Christopher Paolini entupiu A Herança de clichês; mas são clichês que inspiram a todos.
Meu conhecimento empírico da escrita me levou à conclusão de que os leitores de determinados temas buscam tais coisas, como personagens sofredores que se julgam fracos e carregam fardos pesados demais (Harry Potter, Frodo Bolseiro, Lucky Skywalker), climas apoteóticos, batalhas sem esperanças, etc. Paolini foi extremamente inteligente, assim como J.K.Rowling, ao pegar coisas comuns em fantasia (dragões, cavaleiros, elfos e anões no caso d'A Herança e varinhas mágicas, unicórnios, castelos, palavras mágicas e magos no caso de Harry Potter) e misturá-las de modo a tornar tudo muito atraente. Além de criar 'legados' ou, como o nome já diz, A Herança, onde o protagonista lida com um destino certo, sem opção de alterações, propiciados por uma magia antiga e imutável.
Isso tudo cria um 'encanto' em torno de certos personagens; usando exemplos já citados, o ovo de Saphira se abre para Eragon, o que o torna especial em comparação à todos os outros que o tocaram na tentativa de fazer o dragão eclodir, dando-lhe o dom de se tornar um Cavaleiro de Dragões; Os Jedi e sua natural propensão para controlar a Força os torna especiais, fazendo com que os fãs possuam o desejo, íntimo ou não, de ter esses dons; presenteados pela natureza com algo nato e muito especial.
Quando você consegue atingir esse objetivos e criar essa magia, pode ter certeza que dará certo! Espero conseguir isso nas minhas criações!
Até mais.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Minha visão da Ficção
Nada não existe. Se passou pela sua cabeça é possível.
Nada não existe. Não existe mais ou ainda não existe.
Se não existe mais, é por que alguém um dia o fez existir.
Se não existe ainda – materialmente falando – é por que nossa técnica ainda não o alcançou.
Pense em tudo o que você acha impossível – que o fizeram achar impossível – Viajar mais rápido que a luz. Teletransportar-se. Qualquer coisa.
Você considera tudo isso intangível por que assim o fizeram. A Ciência te cega, dizendo que algo é impossível e ridicularizando teorias e fantasias, até que algo é descoberto e então vira avanço científico.
Quantas coisas já não foram assim? Diziam que nunca algo mais pesado que o ar poderia voar e hoje temos aviões cortando o céu do mundo inteiro.
Pretenciosamente achamos que a única forma de inteligência no Universo é a nossa. O homem começou, a passos lentos, a viajar pelo espaço partindo de um planeta relativamente jovem e a mandar sondas pelo vácuo e não acredita que possa haver outros seres curiosos como nós em um Universo imenso e constantemente em expansão.
Só alcançaremos as estrelas quando a consciência humana deixar de ser terrena e tornar-se universal. Tudo no Universo é formado pelos mesmos elementos, inclusive nós. Tudo é uma grande teia que funciona junto e carrega um fardo pesadíssimo com fios extremamente finos.
Nada é impossível. Tudo existe. Basta apenas imaginar. E essa é a lógica da Ficção.
Viva a Fantasia.
Viva a realidade.
Acredite no Realismo Fantástico; O fantástico é real e a realidade é tão fantástica que, quando abrirmos os olhos e enxergarmos o Universo sem dogmas perceberemos o quanto a humanidade ignorou durante tanto tempo.
Nada não existe. Não existe mais ou ainda não existe.
Se não existe mais, é por que alguém um dia o fez existir.
Se não existe ainda – materialmente falando – é por que nossa técnica ainda não o alcançou.
Pense em tudo o que você acha impossível – que o fizeram achar impossível – Viajar mais rápido que a luz. Teletransportar-se. Qualquer coisa.
Você considera tudo isso intangível por que assim o fizeram. A Ciência te cega, dizendo que algo é impossível e ridicularizando teorias e fantasias, até que algo é descoberto e então vira avanço científico.
Quantas coisas já não foram assim? Diziam que nunca algo mais pesado que o ar poderia voar e hoje temos aviões cortando o céu do mundo inteiro.
Pretenciosamente achamos que a única forma de inteligência no Universo é a nossa. O homem começou, a passos lentos, a viajar pelo espaço partindo de um planeta relativamente jovem e a mandar sondas pelo vácuo e não acredita que possa haver outros seres curiosos como nós em um Universo imenso e constantemente em expansão.
Só alcançaremos as estrelas quando a consciência humana deixar de ser terrena e tornar-se universal. Tudo no Universo é formado pelos mesmos elementos, inclusive nós. Tudo é uma grande teia que funciona junto e carrega um fardo pesadíssimo com fios extremamente finos.
Nada é impossível. Tudo existe. Basta apenas imaginar. E essa é a lógica da Ficção.
Viva a Fantasia.
Viva a realidade.
Acredite no Realismo Fantástico; O fantástico é real e a realidade é tão fantástica que, quando abrirmos os olhos e enxergarmos o Universo sem dogmas perceberemos o quanto a humanidade ignorou durante tanto tempo.
sábado, 28 de março de 2009
Fraude no Teletransporte
Mês passado minha mãe foi assaltada na boca do caixa eletrônico. Dois espécimes humanos em fase de desenvolvimento a abordaram durante a transação, levaram o seu dinheiro e ainda por cima a arranharam. Um dia depois deu no jornal que estava virando moda esse negócio de assalto aos terminais eletrônicos e que cada vez mais as pessoas estavam sendo assaltadas e principalmente seqüestradas.
É lógico que, como boa brasileira que sou, isso nada me surpreendeu, pois, em um país como este onde até – e principalmente – os mais ricos roubam tanto, o que se dirá dos mais necessitados?
Acontecimentos como este nos levam a pensar em como será o nosso mundo quando automóveis voarem e os paraísos fiscais forem a centenas de ano-luz da Terra? Se o Brasil não evoluir culturalmente junto com os outros países, teremos CPI’s em escala galáctica, pois fulano de tal tinha uma conta na Lua, para onde mandava parte da verba destinada à manutenção do Sistema Público de Teletransporte.
E não vai longe! Pensemos nos teletransportadores, então. O número de BO’s cresceria imensamente! “Alô, é da Polícia? Socorro! Um homem apareceu aqui no teletransportador e levou a TV que eu nem acabei de pagar ainda!”, ou notícias assim apareceriam nos telejornais: “E a gangue do teletransporte continua a espalhar o pânico na cidade de São Paulo. Mais de quinze seqüestros relâmpago já foram registrados. As vítimas entram na máquina e são desviadas de seu destino até o cativeiro. Especula-se que haja ligação entre a gangue e o Ministro das Teletransposições.”.
Será que um dia a humanidade inteira poderá desfrutar de plena evolução material, sem que haja mais ou menos favorecidos, ou esse tal ‘boom tecnológico’ só ocorrerá quando todos os seres humanos forem inteligentes o suficiente para aproveitá-lo da maneira certa?
Espero que entre as duas, seja a segunda opção, senão nós, brasileiros, estamos condenados!
”Funcionários da Companhia Brasileira do Teletransporte Público estão em greve, reivindicando reajuste de 14,5% e não tem previsão de volta.”.
Francamente!
É lógico que, como boa brasileira que sou, isso nada me surpreendeu, pois, em um país como este onde até – e principalmente – os mais ricos roubam tanto, o que se dirá dos mais necessitados?
Acontecimentos como este nos levam a pensar em como será o nosso mundo quando automóveis voarem e os paraísos fiscais forem a centenas de ano-luz da Terra? Se o Brasil não evoluir culturalmente junto com os outros países, teremos CPI’s em escala galáctica, pois fulano de tal tinha uma conta na Lua, para onde mandava parte da verba destinada à manutenção do Sistema Público de Teletransporte.
E não vai longe! Pensemos nos teletransportadores, então. O número de BO’s cresceria imensamente! “Alô, é da Polícia? Socorro! Um homem apareceu aqui no teletransportador e levou a TV que eu nem acabei de pagar ainda!”, ou notícias assim apareceriam nos telejornais: “E a gangue do teletransporte continua a espalhar o pânico na cidade de São Paulo. Mais de quinze seqüestros relâmpago já foram registrados. As vítimas entram na máquina e são desviadas de seu destino até o cativeiro. Especula-se que haja ligação entre a gangue e o Ministro das Teletransposições.”.
Será que um dia a humanidade inteira poderá desfrutar de plena evolução material, sem que haja mais ou menos favorecidos, ou esse tal ‘boom tecnológico’ só ocorrerá quando todos os seres humanos forem inteligentes o suficiente para aproveitá-lo da maneira certa?
Espero que entre as duas, seja a segunda opção, senão nós, brasileiros, estamos condenados!
”Funcionários da Companhia Brasileira do Teletransporte Público estão em greve, reivindicando reajuste de 14,5% e não tem previsão de volta.”.
Francamente!
domingo, 15 de março de 2009
Estréia - Um pouco sobre
Eu escrevo há muito tempo. Muito tempo mesmo. Diria que comecei cedo até... Aos dez anos. Uma amiga chegou com uma historinha em quadrinhos que ela havia criado que me choquei em descobrir que qualquer um poderia criar mundos como quisesse e, mais chocada ainda, por não haver percebido isso antes.
Fui sempre muito criativa e minha imaginação tornava as minhas brincadeiras (em primeira pessoa) muito diferentes. Quando me vi em uma idade onde as pessoas começam a brincar de viver de verdade, percebi que não podia fazer como a maioria e abandonar meu mundo, tão real e sólido a meu ver, e viver a vida sem magia do mundo real.
Assim a escrita se tornou o modo que eu desenvolvi para viver minhas fantasias sem ter de brincar.
Há tempos eu queria criar um Blog, mas sempre que me propunha, vinha a aquela pergunta: O que escrever num Blog?
Várias coisas aconteciam, e pensamentos ou "causos" me davam idéias interessantes e eu pensava: Isso seria uma coisa legal para escrever... Mas como eu não tinha o Blog eu deixava passar em branco e acabava esquecendo.
Depois de acontecimentos contínuos e experiências inusitadas em um intervalo de tempo tão curto como esse fim de semana que passou, eu cheguei à conclusão de que sempre haverão coisas para escrever aqui... Então resolvi criar o Blog de vez e deixar de armazenar as coisas na minha cabeça - não exatamente armazenar, por que as informações não gostam de mim e acabam indo embora - o que é mais um motivo para que eu registre os meus pensamentos e causos antes que eles fujam.
Poderia começar pelos acontecimentos do show da minha banda na sexta, mas isso exigiria uma explicação mais profunda de algumas coisas do meu ser e isso já é uma outra história, que fica para alguma próxima.
Saudações a todos.
Fui sempre muito criativa e minha imaginação tornava as minhas brincadeiras (em primeira pessoa) muito diferentes. Quando me vi em uma idade onde as pessoas começam a brincar de viver de verdade, percebi que não podia fazer como a maioria e abandonar meu mundo, tão real e sólido a meu ver, e viver a vida sem magia do mundo real.
Assim a escrita se tornou o modo que eu desenvolvi para viver minhas fantasias sem ter de brincar.
Há tempos eu queria criar um Blog, mas sempre que me propunha, vinha a aquela pergunta: O que escrever num Blog?
Várias coisas aconteciam, e pensamentos ou "causos" me davam idéias interessantes e eu pensava: Isso seria uma coisa legal para escrever... Mas como eu não tinha o Blog eu deixava passar em branco e acabava esquecendo.
Depois de acontecimentos contínuos e experiências inusitadas em um intervalo de tempo tão curto como esse fim de semana que passou, eu cheguei à conclusão de que sempre haverão coisas para escrever aqui... Então resolvi criar o Blog de vez e deixar de armazenar as coisas na minha cabeça - não exatamente armazenar, por que as informações não gostam de mim e acabam indo embora - o que é mais um motivo para que eu registre os meus pensamentos e causos antes que eles fujam.
Poderia começar pelos acontecimentos do show da minha banda na sexta, mas isso exigiria uma explicação mais profunda de algumas coisas do meu ser e isso já é uma outra história, que fica para alguma próxima.
Saudações a todos.
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